sábado, fevereiro 18, 2006

Voleyball de sexta à tarde


Quem me conhece, sabe que não sobrevivo sem o meu jogo semanal de voley, às sextas feiras. Durante duas horas, o jogo serve para libertar todos os stresses, tensões e frustrações da semana porque durante esse bocadinho sou só eu contra a bola, a minha equipa contra a outra. Os jogos são sempre muito divertidos, até porque somos todos amigos e divertimo-nos imenso durante os jogos, mas o melhor de tudo é durante aquele bocado não pensar em mais nada que não seja arranjar maneira de ganhar o próximo ponto.
Era tão bom se tudo na vida fosse tão simples, se tudo funcionasse com um conjunto de regras simples e bem definidas à partida: a bola não pode bater no chão no nosso campo, cada equipa só tem três toques para colocar a bola no campo adversário, um jogador nunca pode tocar duas vezes consecutivas na bola...
Simples e divertida, era assim que a vida deveria ser!

4 comentários:

Lótus Azul disse...

Parti um pé a jogar Voley. Saltei alto e caí mal. No voley, tal como na vida, apesar das regras, há tanta coisa que nos ultrapassa, nos escapa ou que pura e simplesmente não controlamos. A vida é às cores Pedro. Não é a preto e branco, nem esquematizadinha... e na vida às cores, há momentos muito negros e outros garridos, outros de azul mais ou menos acinzentado. Depende de como focamos.
O lado bom desses jogos de Friday afternoon, são os amigos, não as regras. Se na vida te concentrares na melhor forma de marcar mais um ponto, vais ver que o resto se relativiza.

Pedro disse...

Dizem que sim...

Gemini disse...

Escolheste uma foto de Voley feminino, seu malandro!
Não sei se a origem dos teus problemas é interior ou exterior, mas seja qual fôr não dês cabo da cabeça com coisas que não têm importância ou que não podes ser tu a resolver. A vida ainda te reserva muitos problemas, provavelmente alguns até mais graves. A Lótus Azul tem razão no que diz. Keep it simple!
Bye

Filipe disse...

Epá isso do simplicismo está muito bem. O que não parece bem é só tocar as bolas três vezes. É que há dias que um gajo tem uma preguiça tal que só apetece mesmo é ficar o dia todo a tocar as bolas...