domingo, maio 21, 2006

A fork stuck in the road

Decisions are deceptions; paths may never lead you anywhere. In a game where the rules state that you cannot win, draw or forfeit, the only true winner is the one who looses by fewer points.
After being lost in a dark perilous wood for longer than you can remember, you finally come across a way out; a new path spreads beneath your feet, urging you to go forward. But the new path as a conundrum in its own existence, the path is divided; one road faces north, the other faces south. Both roads seem dangerous, both are unknown, the perils that may be found ahead can only be imagined.
The certainty of the decision is that whichever path your steps choose to take, you shall leave a precious part of you behind. And then you try to stall, gain time in the hope of a draw, which is, in fact, impossible. Without noticing it, you risk the most painful of all defeats, the worst possible score.
Decisions are forks stuck in your road; the true virtue lays in the wit to choose the least of defeats, the least of two evils. How can you ever decide which trounce is the better?
And you find yourself stuck in the middle of your crossroad, gazing at both paths with blown out eyes, waiting for an answer that may never come. Faith? The only true faith is the belief in yourself. And, in a nutshell, this is what life is all about.

4 comentários:

Stela disse...

Ai que acabaste de resumir a minha vida... E a de todos. So nao estou tao de acordo com a visao de que so podemos fazer o menos mau, em lugar do melhor. Acho que a virtude esta em perceber que tudo o que escolhamos (esta palavra eh horrenda, mas va) nos vai trazer algo de precioso. Deixamos para tras algo, sim, que pode ser tao ou mais precioso do que o que vamos ter no futuro, mas... sei la. Isso sao tudo possibilidades... Ninguem esta a contar os pontos. Acho eu...

Ju disse...

Credo homem... vem aki à alemnha beber uma cerveja e isso passa-te logo!

Pedro disse...

Obrigado pelo convite Ju, mas quando escrevi isto não estava triste nem deprimido, pelo contrário... só estava bastante filosofico.

Por falar em cervejolas Bávaras, até quando é que aí ficas?

Gemini disse...

A primeira coisa que me veio à cabeça foi a imagem de um garfo espetado no asfalto. "Mas isso agora não interessa nada", como diz a Teresa Guilherme, mulher por quem sei tens uma imensa estima! LOL
Tantos "bloguers" (eu incluído) escrevem em português e espetam com traduções em inglês maradas do Google ou babelfish. Experimenta traduzir este post por um desses sites para rires um pouco!