quarta-feira, maio 20, 2009

EU Profiler

Recomendo a todos que visitem o EU Profiler, uma interessante aplicação na internet com um questionário que avalia as nossas posições polític as e que no final enquadra o nosso posicionamento no quadro político de Portugal e da Europa.
Descobri que os partidos que me são mais próximos em Portugal são, por esta ordem:

1. PH
2. BE
3. MEP
4. PS

O que até faz muito sentido, se bem que o MEP é um pouco à direita demais para o meu gosto. A nível europeu o partido que me é mais próximo é um partido liberal da Letónia!!!!

Soon in my own garden...

Our very own lemon tree!!!

domingo, maio 10, 2009

Cover Letter with Manuscript Revision

Dear friends who waste your lives working in what is usually miscalled "science". This will be a usefull standard cover letter for you future submisions of "revised manuscripts" (a.k.a. original manuscripts reduce a big pile of bullshit):

Dear Sir, Madame, or Other:

Enclosed is our latest version of MS #85-02-22-RRRRR, that is, the re-re-re-revised version of our paper. Choke on it. We have again rewritten the entire manuscript from start to finish. We even changed the goddamned running head! Hopefully we have suffered enough by now to satisfy even your bloodthirsty reviewers.

I shall skip the usual point-by-point description of every single change we made in response to the critiques. After all, it is fairly clear that your reviewers are less interested in details of scientific procedure than in working out their personality problems and sexual frustrations by seeking some sort of demented glee in the sadistic and arbitrary exercise of tyrannical power over hapless authors like ourselves who happen to fall into their clutches. We do understand that, in view of the misanthropic psychopaths you have on your editorial board, you need to keep sending them papers, for if they weren't reviewing manuscripts they'd probably be out mugging old ladies or clubbing baby seals to death. Still, from this batch of reviewers, C was clearly the most hostile, and we request that you not ask her or him to review this revision. Indeed, we have mailed letter bombs to four or five people we suspected of being reviewer C, so if you send the manuscript back to them the review process could be unduly delayed.

Some of the reviewers comments we couldn't do anything about. For example, if (as reviewer C suggested), several of my ancestry were indeed drawn from other species, it is too late to change that. Other suggestions were implemented, however, and the paper has improved and benefited. Thus, you suggested that we shorten the manuscript by 5 pages, and we were able to do this very effectively by altering the margins and printing the paper in a different font with a smaller typeface. We agree with you that the paper is much better this way.

One perplexing problem was dealing with suggestions #13-28 by reviewer B. As you may recall (that is, if you even bother reading the reviews before doing your decision letter), that reviewer listed 16 works the he/she felt we should cite in this paper. These were on a variety of different topics, none of which had any relevance to our work that we could see. Indeed, one was an essay on the Spanish-American War from a high school literary magazine. the only common thread was that all 16 were by the same author, presumably someone reviewer B greatly admires and feels should be more widely cited. To handle this, we have modified the introduction and added, after the review of relevant literature, a subsection entitled "Review of Irrelevant Literature" that discusses these articles and also duly addresses some of the more asinine suggestions by other reviewers.

We hope that you will be pleased with this revision and finally recognize how urgently deserving of publication this work is. If not, then you are an unscrupulous, depraved monster with no shred of human decency. You ought to be in a cage. May whatever heritage you come from be the butt of the next round of ethnic jokes. If you do accept it, however, we wish to thank you for your patience and wisdom throughout this process and to express our appreciation of you scholarly insights. To repay you, we would be happy to review some manuscripts for you; please send us the next manuscript that any of these reviewers sends to your journal.

Assuming you accept this paper, we would also like to add a footnote acknowledging your help with this manuscript and to point out that we liked this paper much better the way we originally wrote it but you held the editorial shotgun to our heads and forced us to chop, reshuffle, restate, hedge, expand, shorten, and in general convert a meaty paper into stir-fried vegetables. We couldn't or wouldn't, have done it without your input.

Sincerely,
[Name Removed for Blind Review]

sexta-feira, maio 01, 2009

Nostalgia positiva

Quando olhamos o olhar vazio e desprovido de sentido ou sentimento dos holandeses, por exemplo nos transportes publicos ou simplesmente quando se atropelam uns aos outros com as bicicletas pela rua, é facil perceber que nunca poderão um dia compreender o conceito de saudade. A beleza e a profundidade do sentimento, a dor e a beleza que contém.
Os ultimos tempos têm-me corrido bastante bem, há muito não pensava em saudades. Contudo, cá no fundo todo o português que está longe do seu país a carrega, aqui, algures no peito. Aconteceu hoje ir no carro a trautear musicas portuguesas. Dos Xutos aos Delfins, dos Quinta do Bill aos Ban, imagine-se! Aconteceu vir-me à cabeça o "125 Azul" dos Trovante.
Quando passei mentalmente pelos versos:

"Foi sem mais nem menos
Que me deu para arrancar-
Sem destino nenhum."

Subitamente subiram-me pelas entranhas umas saudades do nosso país, tão forte que quase as senti como uma dor física. De repente senti uma necessidade desesperada de ver o mar, o nosso mar, ver o Atlântico algures na costa portuguesa, numa praia ou numa falésia, entre Caminha e Vila real de Santo António. Mais azul do que o azul, sabe-lo ali, a dois passos, sempre pronto a oferecer descanso para o meu olhar no eterno buliço das suas ondas.
Também eu parti. De certa forma, e olhando agora em retrospectiva, também eu parti sem destino nenhum. Também eu parti, no fundo, na esperança de me encontrar. Tal como na música, parti na esperança que:

"Talvez, um dia me encontre.
Assim, talvez me encontre."

Passaram anos e acredito verdadeiramente que me conheço melhor. Sei melhor quem sou, sei melhor o que procurava. Acho até que, pelo menos em parte, encontrei aquilo que procurava. Sei também, cada vez melhor, a enorme parte de mim que precisa desse mar que é o nosso Atlàntico, só o nosso e mais nenhum. Sei bem que tanto de mim é a nossa comida portuguesa, tanto de mim é sentir a toda a volta o prazer em comer que é tão portugues. Que tanto de mim é essa língua, que foi de Camões e de Pessoa e que agora é minha e vossa, que é nossa. Tanto de mim é sentir a simpatia das pessoas, mesmo das antipáticas. Como poderia imaginar que parte de mim sentiria falta de almoçar ou jantar ao som do Telejornal, em português. Conheço-me melhor. Aprendi a admirar um povo capaz de tal riqueza que é a capacidade de sentir saudades.
Pode não ser hoje, pode nem ser em breve. Podem até demorar anos e mais anos. Mas cá no fundo penso que sei, agora, que um dia voltarei. Que um dia voltarei para ficar.

quinta-feira, abril 23, 2009

Lavar o sangue com um balde

Acabei de ler a surpreendente notícia que o presidente da câmara de Santa Comba Dão, o senhor João Lourenço (PSD) vai inaugurar uma praça no centro da vila com o nome "Praça de António Oliveira Salazar". Como se isto não fosse abuso suficiente num país que nem há 40 anos se livertou do jugo da ditadura, esse ignóbil edil da nossa praça decidiu faze-lo nada mais nada menos que no próximo dia 25 de Abril?
mais que triste, é vergonhoso, mais que de mau gosto, é repugnante. Será que já esquecemos a PIDE, o lápis azul da censura, a guerra em África, e acima de tudo a simples proibição de ser livre!!!
Num país onde ainda tanta gente viva passou por Peniche ou pelo Tarrafal, num país onde tantos deram o sangue e as lágrimas para nos oferecer a todos o bem maior que é a liberdade. Que triste. Já agora por que não uma avenida Adolf Hitler em Tel-Avive, ou uma Alemeda Pol-Pot junto ao cemitério onde jazem as vitímas dos kmers Vermelhos?
Parece que querem branquear a imagem do nosso ditador... assim um pouco como o sangue que era disfaçado com baldes de água quando ele escorria pela chão da sala de torturas no Tarrafal...

sexta-feira, janeiro 30, 2009

Carta aberta aos media nacionais

Ainda há poucos dias assistimos através dos meios de comunicação à espectacular amaragem forçada de um avião de passageiros nas águas do Rio Hudson, junto a Nova Iorque. Na altura, foi sobejamente discutido o valor e perícia do piloto, que salvou os passageiros de morte certa, e a celeridade das embarcações que imediatamente recolheram os passageiros do avião sinistrado. Muito menos atenção recebeu a causa do acidente: o impacto de um bando de aves que causou a avaria dos dois motores do avião causando a queda (controlada) do aparelho.
A ocorrência de grandes concentrações de aves nas rotas de aproximação ou partida de aeronaves é um dos mais sérios desafios à aviação, mesmos nestes tempos modernos em que a tecnologia tantas vezes nos parece fazer imunes ao mundo natural que nos rodeia. Ainda no ano passado um outro avião teve também um problema semelhante em Itália, tendo sido obrigado a uma aterragem de emergência devido a um impacto com aves. Parece assim natural e óbvio que a escolha das localizações dos aeroportos deve ter em séria consideração este tipo de riscos relacionados com a avifauna.
Não será então estranho que o governo português pretenda construir o novo aeroporto internacional de Lisboa na margem esquerda do Estuário do Tejo, na proximidade daquela que é irrefutavelmente a zona do país com maior densidade e abundância de aves? Se até em Nova Iorque ocorrem bandos de aves capazes de derrubar um avião, que dizer do Estuário do Tejo que alberga anualmente mais de 100000 aves aquáticas durante o Inverno? Isto, já para não falar do facto de esta ser uma Reserva Natural já desde 1976, tendo sido classificada como tal exactamente pelo valor que tem para a conservação da avifauna. Mas não tenho duvidas que é sobretudo a segurança dos futuros passageiros e não a das aves que mais preocupará os nossos governantes.
Uma das questões mais sérias são as aves que não usam apenas o estuário, mas também as áreas agricolas envolventes, nomeadamente o Maçarico-de-bico-direito. Desde 2005 que trabalho num projecto da Universidade de Groningen, na Holanda, que foca a migração desta espécie de ocorrência comum na região do Estuário do Tejo. Estas aves reproduzem-se no Norte da Europa, nomeadamente na Holanda, migrando depois para a África Ocidental, onde passam os meses de Agosto a Novembro em países como o Senegal, a Guiné-Bissau e o Mali. A partir de Dezembro começam a migração de regresso às suas áreas de reprodução, parando em Portugal num período entre o final de Dezembro e o início de Março a fim de se alimentarem, sobretudo em arrozais, para obter a energia necessária para completar os seus vôos migratórios. Durante este período, tenho verificado todos os anos que se chegam a formar bandos de mais de 45000 aves, que se alimentam durante o dia em arrozais em redor dos estuários do Tejo e do Sado, passando a noite em zonas de sapal à beira dos rios.
Isto significa que temos bandos de dezenas de milhares de aves a fazerem vôos diários dos sapais para os arrozais e de volta. Várias destas zonas de arrozal ficam localizadas a pouca distância do Campo de Tiro de Alcochete, local de momento preferido para a localização do novo aeroporto. Mais gravemente, os referidos movimentos diários entre os arrozais e os sapais na orla do estuário levam os bandos de aves, que repito podem englobar dezenas de milhares de aves, a passar ainda mais próximo da localização provável do futuro aeroporto. Caso as rotas de aproximação e subida sejam paralelas ao estuário, como foi falado como medida para evitar a avifauna do estuário, os bandos de maçaricos iram cruzar essas rotas nos seus movimentos diários e, tratando-se de aves que voam a uma altitude considerável, poderão causar um grave risco de impacto para os aviões.
Por outro lado, no decurso deste projecto de investigação, marcámos muitas aves com anilhas de cor, usando combinações de cores que permitem identificar os indivíduos no campo, com o auxílio de um telescópio. A análise das observações destes indivíduos marcados mostra que ocorrem também movimentos entre as diferentes zonas de arrozal, incluindo movimentos entre entre o Sado e o Tejo, aumentando as possibilidades de bandos de aves cruzarem as rotas dos aviões.
Mas não são só os maçaricos que usam estes arrozais, muitas outras aves ocorrem nessas zonas e fazem movimentos na margem esquerda do Estuário do Tejo. Dois casos óbvios são as cegonhas, que se deslocam entre diferentes zonas de arrozal, e as gaivotas que se deslocam também diáriamente entre o estuário e as zonas agricolas (e não só os campos de arroz) envolventes, como ficou demonstrado por um indivíduo a que foi colocado um localizador GPS, na Holanda, e que foi seguido durante um ano, tendo migrado até Portugal e passado parte do Inverno no Tejo, onde fazia incursões frequentes até aos campos agricolas do concelho de Benavente. Tanto as cegonhas como as gaivotas são aves de porte consideravel e, no caso das gaivotas, ocorrem aos milhares na região em causa.
Posto isto, parece ser um absurdo a decisão de colocar um aeroporto neste local, mesmo que assim o tenha defendido o famoso estudo do LNEC, que no que respeita à avifauna foi efectuado em Novembro e como tal falhou por completo o período de maior abundância de aves que ocorre entre Dezembro e Março. Por outro lado, convém lembrar que o estudo não disse que este era o local ideal, disse apenas que era menos mau do que a outra localização proposta, na Ota, tendo em conta não só factores ambientais mas também uma série de outros aspectos sobre os quais não me posso pronunciar por saírem fora da minha área de especialidade. Foi também falado na altura que o problema das aves seria facilmente resolvido alterando a localização dos arrozais. Este ponto é no mínimo risível e demonstra um tremendo desconhecimento da situação pois tratam-se de largas centenas de hectares de campos de arroz, num dos principais núcleos de produção de arroz do país. Mesmo que todos estes campos pudessem ser removidos, não podem ser transpostos para outro local, pois a rizicultura só pode ser efectuada em zonas alagadiças ribeirinhas, locais que devido ao seu valor agricola já estão todos aproveitados para esse fim. Por outro lado, se a deslocalização dos arrozais talvez pudesse resolver a situação dos maçaricos-de-bico-direito, não mudaria o facto que milhares de aves ocorrem nesta região e usam tanto as zonas estuarianas como os campos agrícolas, incluindo outros cultivos que não o do arroz, movendo-se um pouco por toda a zona em bandos de maior ou menor dimensão. Finalmente, convém lembrar que o Maçarico-de-bico-direito é uma espécie ameaçada, incluída na lista vermelha da UICN (União Internacional para a Conservação da Natureza) pelo que a destruição de uma tão vasta área de habitat crítico para a espécie, como são estes arrozais, não pode ser vista de ânimo leve.
Penso que é essencial uma discussão profunda sobre a problemática das aves no que toca ao futuro aeroporto, tanto por motivos de segurança, como por questões ambientais e de conservação da biodiversidade. Na minha opinião esta questão torna de todo inviável o projecto de um aeroporto no Campo de Tiro de Alcochete. Infelizmente este tema não tem recebido grande atenção por parte dos meios de comunicação nacionais, pelo que decidi escrever esta carta na esperança de poder assim trazer para a praça pública esta problemática. Trata-se de um assunto de extrema importância que pode fazer a diferença entre um futuro de viagens aéreas em segurança de e para Lisboa, ou de novas imagens espectaculares de amaragens de emergência não em Nova Iorque, mas em pleno Tejo.

sexta-feira, janeiro 02, 2009

Médio Oriente - uma a fantochada para Inglês fazer que não vê

Alguém me explique por favor: porque é que um pequeno rocket que nem mortes causa em Israel é um veículo de terror islamico sobre a população Israelita, enqunto uma campanha aérea a toda a escala contra a população civil da Faixa de Gaza que já causou mais de 400 mortos é uma resposta talvez um pouco exagerada de um estado soberano que procura proteger os seus cidadãos?
Posso ser eu, mas parece-me que é esta a mensagem que os meios de comunicação passam ao dar notícias do habitual e continuado genocídio do estado Israelita contra a população dos territórios palestiniados ocupados.
E uma pergunta de talvez mais dificil resposta: será que algum dia as Nações Unidas vão reconecer o terrível erro histórico em que caiu ao criar contra toda a lógica e racionalidade o estado de Israel no meio de um Medio Oriente árabe ainda mal recuperado de mais um exemplo de uma trágicamente mál-amanhada descolonização europeia?

Pessoalmente não tenho nada contra judeus, nem tão pouco contra muçulmanos, ou cristão, são todos por igual vitímas das seculares mentiras das três grandes (nunca percebi bem porque não são só uma, afinal sempre trabalharam em conjunto contra o bem da humanidade) religiões monoteístas. Mas parece-me óbvio que enquanto se mantiver artificialmente um estado judaíco encravado em terras árabes e a oprimir os povos não-judaícos locais, o Médio Oriente nunca conhecerá a paz.

Pensando bem, será que não era este o plano dos governos das grandes potencias mundiais desde o início? Afinal não começava nessa altura o petróleo a ser o Ouro Negro da economia mundial? E não é a mais velha verdade do mundo económico e financeiro que nada trás lucros iguais aos de uma boa guerra? Que dizer então dos bebenificios que para alguns todos poderosos barões do petróleo pode trazer uma guerra sem fim na região geográfica de onde vêm 3/4 de todo o petróleo...

segunda-feira, dezembro 22, 2008

Grinch

Pedro Henriques, o homem que roubou o Natal ao Benfica.


Não foi nada de novo, já se sabe que no futebol português o crime compensa. Mas hoje passou mesmo das marcas. O que o árbitro do Benfica-Nacional fez foi tão mau ou pior que entrar dentro de minha casa, chegar ao pé da árvore de Natal e roubar os presentes. Não se faz, é demasiado vergonhoso. Se esse Pedro Henriques se chamasse a si próprio Homem não faria algo assim.
Caro Pedro Henriques, não o mando paro o Inferno, pois esse é um local demasiado bom para si. Só lhe desejo que em cada dia de 2009 sinta aquilo que fez sentir a todos os benfiquistas este Natal, quando roubou uma vitória justa ao anular absurdamente um golo limpo. O senhor é uma vergonha e, sinceramente, mete-me nojo! Vá morrer longe.

sexta-feira, dezembro 19, 2008

TMN - Trágica Marca Nacional

Caros,
se alguém estiver a ler isto, gostaria apenas de vos deixar um conselho. Nunca, mas mesmo nunca em situação alguma tenham qualquer tipo de interação com a TMN, essa vergonhosa empresa de telecomunicações. Na minha experiência com eles, o seviço foi inqualificável, o atendimento execrável e o comportamento geral da empresa roçou o pura e simplesmente criminoso. Durante quase dois anos fui, infelizmente, titular do contracto de utilização de uma placa de internet de banda larga da TMN. Durante esses dois anos a placa raramente funcionou, sem que a empresa alguma vez tenha mostrado qualquer capacidade, nem interesse em rectificar o problema. A cada tentatva de cancelamento desse contracto fui sempre deparado com dificuldades, esquivas vagas, desculpas de mau pagador e argumenos absurdos. Primeiro alegaram que o contracto tinha de ter uma duração minima de um ano, independentemente de o equipamento funcionar ou não. Quando fiz um mero pedido para mudar a morada de envio das facturas tive o fazer três vezes sem que a morada nunca tenha sido efectivamente mudada, ao ponto de há meses não receber as facturas, pois continuavam a ir para uma morada que já não era a correcta. Na fase final de tentativa de cancelamento do contracto usaram todo o tipo de desculpas, sendo sempre necessário mais alguma coisa a cada vez que os contactava. No final o contracto só foi terminado finalmente por falta de pagamento, falta de pagamento por um serviço que nunca forneceram, e só, assim o espero, deixei de ouvir falar dessa empresa execrável depois de pagar um pagamento em atraso, referente a um mês posterior à data da suposta anulação do contracto. Só espero agora nunca voltar a ouvir nada deles.
Infelizmente durante a maior parte deste processo estive fora do país e também infelizmente não tive o cuidado de acumular documentação referente a toda esta novela, senão teria já tomado medidas para efectuar uma queixa à DECO.
Foi com alguma satisfação que assisti numa loja TMN, enquanto fazia o tal pagamento final para acabar a história de uma vez por todas, ao bonito espectaculo de um cliente a chamar a polícia para registar uma ocorrência relativa às condições absurdas com que a empresa trata os seus clientes.

Pelo vosso bem. Nunca se metam com a TMN!!!

segunda-feira, dezembro 01, 2008

Truth in the numbers



"Write the number 10 followed by eleven zeros. Our Milky Way has that many stars. Write a 10 followed by twelve zeros. That's the size of America's national debt in dollars."

segunda-feira, novembro 24, 2008

Hoquei? OK!


Este fim de semana fui ver um jogo de hoquei no gelo. É um desporto interessante, rapidissimo e, por vezes um pouco violento, no geral gostei! A equipa de Groningen, os Grizzlies, é ultima do campeonato e jogava contra os líderes, os Dar Devils de Nijmegen. Acabou 5-2 para os visitantes, mas a espaços foi bastante empolgante.

quinta-feira, novembro 20, 2008

Saudações ao líder do campeonato


Gostei, gostei mesmo muito de ver o banho de bola que o Leixões deu ao Sporting na semana. Não foi só o facto de ter ganho, mas de ter ganho em estilo, e sendo a melhor equipa em campo. Não sei até onde vai este Leixões, mas que mereçe ir longe, lá isso mereçe.
Infelizmente o meu benfica, apesar de ir bem classificado logo atrás do líder continua a mostrar exibições muito irregulares, só lhe vale o facto de Sporting e porto este ano estarem ambos a jogar atrozmente mal, sobretudo o Porto que é uma mera sombra da equipa do ano passado. Jogador a jogador o Benfica tem claramente a melhor equipa, só falta começarem a jogar bem como equipa para justificarem a boa classificação.

segunda-feira, outubro 20, 2008

Songs of Our Lives - XVI

Hoje começei o dia a pensar nesta manhã submersa... aquele inicio do frio que aperta entre a neblina com o Sol a nascer sabe tanto a segunda-feira de manhã!


Manhã Submersa - Xutos e Pontapés

quarta-feira, outubro 15, 2008

Da Weasel e o futuro da nação

"Fui ao céu falar com Deus,
ele perguntou-me: Tá-se bem?

Da Weasel

Se você comigo respondia ao gajo: tá-se...



Depois de passar no blog da JuAna achei por bem juntar aqui a minha voz de profundo nojo pelo programa das manhãs da SIC que expôe as criancinhas, que, quer queiram que não, serão o futuro da nação, à Luciana Abreu, no seu morph "Lucy" mais mamalhudo que a versão Floribela. Propunha que por todo o portugal ponham nessas horas todos os radios do país a passar, por exemplo, Da Weasel, durante o tempo que durar o programa, para proteger os ouvidos frágeis das crianças a tão violento mal-trato!

quinta-feira, setembro 11, 2008

Globalização

Aí está, there it is, daar het zijn. Acrescentei os links Myself in English e Myself in Dutch para este blog poder ser apreciado, numa forma desmedidamente mal traduzida, em mais duas línguas...

Muito agradecido Anita!!!

A torre de Bedum

Como se não bastasse o nome duvidoso dessa terra bedungosa, Bedum tem então a tal torre mais torta do mundo, de que falava no outro dia. Fui lá no outro dia, eis a prova...



Mais uma prova que os holandeses desconhecem o fio de prumo...

quarta-feira, setembro 10, 2008

Avanço cientifico, ou catástrofe à espera de acontecer?

In the news:

Scientists have switched on the Large Hadron Collider (LHC), the device they hope will unravel some of the remaining mysteries of the universe.
At 9.30 am local time (8.30 am British Summer Time), 300 feet below the Franco-Swiss border near Geneva, the most powerful particle accelerator ever built became fully operational.
The team was holding its breath in the countdown to the switch-on after a series of technical hitches, including problems with the cooling system.
Will the Large Hadron Collider cause the end of the world?
The £5 billion machine has been described as a 17-mile racetrack around which two streams of protons - building blocks of matter - run in opposite directions before smashing into one another. Reaching 99.99 per cent of the speed of light, each beam will pack as much energy as a Eurostar train travelling at 90 mph.
The flashes from the collisions may help scientists reproduce the conditions that existed during the first moments after the Big Bang at the birth of the universe.
Physicists hope to learn more about the origins of mass, gravity and mysterious dark matter. But concerns have been voiced - in particular by the German chemist Professor Otto Rossler - that black holes created by the LHC will grow uncontrollably and “eat the planet from the inside”.
These claims have been dismissed by leading scientists, including Prof Stephen Hawking of Cambridge University who said that the LHC is “feeble compared with what goes on in the universe. If a disaster was going to happen, it would have happened already.”
The switch-on saw the first stream of subatomic particles - known as Hadrons - circulating in the tunnel. The first collisions are expected in around 30 days.


E o pior é que se o mundo for sugado por um buraco negro vai ser um crime perfeito, todas as provas terão desaparecido para outra dimensão!!

quinta-feira, setembro 04, 2008

Toda a verdade

In the news:

The Tower of Pisa is being challenged by a lesser-known 12th-century building as Europe's most precariously propped leaning tower. The rival is in the northern Dutch town of Bedum.Retired geometrician Jacob van Dijk said measurements this week on Bedum's 36-metre church tower of Walfridus revealed it is now leaning more than its Italian rival. Actually the Tower of Pisa was lifted a bit, during restoration work intended in part, to keep it from toppling over.At a height of 55.86 meters, Pisa's tower leans about 4 metres, while Bedum's tower leans 2.61 metres on its height of 35.7 metres. Van Dijk argues, if both towers were the same height, Bedum's would have a greater tilt, of 6 metres.Jacob Van Dijk,Former chief geoeter,said,"In 1993 the restoration of Pisa tower's foundation has started. It took 15 years to finish it and it cost 28 millions euros. In Italy they are happy with the result, but here in Bedum we are even more happy, because now the tower of Pisa is leaning less than the tower of Bedum."The issue seems more argumentative that substantial. However while tourists may continue to flock to Pisa, the leaning tower of Bedum has found its place on the map.

Vergonhoso, vergonhoso! Até porque já passei em Bedum e não vi a torre!!! Arghh